Não me envergonho de ser um eterno aprendiz como diz o poeta. Alguém eternamente em construção... Já fui um garimpeiro, já fui um livreiro..."hoje trago apenas uma pedra no meu peito, não sou mais um sonhador...chego a mudar de calçada, quando aparece uma flor... e dou risada de um grande amor" (Chico Buarque)... Será?
sábado, 6 de agosto de 2011
Neste coração... há vaga!!!
Talvez a gente esteja no mundo para procurar o amor, encontrá-lo e perdê-lo, muitas e muitas vezes. Nascemos de novo a cada amor e, a cada amor que termina, abre-se uma ferida. Estou cheio de orgulhosas cicatrizes.'
(Alguém já me disse... minta um pouco Edson, não seja tão facinho!!!)
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
AS PALAVRAS QUE NUNCA TE DIREI!!
Todos nós sabemos da quase impossibilidade de que uma garrafa com mensagens, jogada ao mar, chegue ao seu destino e todos sabemos da ansiedade de quem a mandou quanto ao destino dela.
Pois devo dizer que algumas vezes este pequeno milagre acontece....
Um outro milagre, gaivotas e não pombos correios me trouxeram a mensagem de que as cartas foram recebidas e por quem era a destinatária delas..e mais, que costuma vir à mesma praia, até duas vezes ao dia, para esperar por outras garrafas..como se fossem capítulos de uma novela..
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
As mulheres da minha vida....
Não, não vou enumerar as mulheres que foram importantes em minha vida... vou dizer da grata satisfação que é ter este "convívio" com figurinhas muito díspares, porém todas à sua maneira pegando um pedacinho de mim.. amigas, protetoras, objetos de ternura de um coração exposto, divertidas pelo como narram suas aventuras e desventuras, as vezes até ciumentas, profundas até a dor às vezes, leves como só a juventude pode nos permitir ser...enfim.... quase companheiras neste meu garimpo perdido aqui neste fim de mundo..inclusive você pedrinha, cuja presença e existência faz a razão de ser deste espaço..
Obrigado meninas, por existirem!
Obrigado meninas, por existirem!
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
FECHA E DEIXA SOLTO
."ninguém precisa se assustar com a distância,os afastamentos que acontecem. Elas sempre voltam! E voltam mais bonitas, mais maduras, voltam quando tem que voltar, voltam quando é prá ser... Acontece que entre o ainda-não-é-hora e nossa-hora-chegou, muita gente se perde. NÃO SE PERCA, VIU? (Caio F.)
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Ah, como eu queria!!
Nesses tempos de escassez de esperanças, as coisas mais bonitas perderam a importância. Digo, os amores são pela metade. Os olhares já não são tão doces. E os sonhos, ah, os sonhos são só sonhos. Os sorrisos deram lugar as lágrimas, e o ”seja você mesmo” deu lugar ao verbo julgar. Eu julgo, Tu julgas, Nós julgamos e somos julgados. O verbo amar no presente virou pretérito, o verbo amar no pretérito virou dor. Ah, como eu queria ouvir um ”eu te amo” e poder acreditar. ........... Não consegui identificar a autora, mas é de um reblog (?)(oqueeucostumavaser)
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Talvez Monique..
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
HOJE NÃO VOU FALAR DE AMOR...
Aliás, acho que hoje não vou falar... só vou ouvir..., mas não posso impedir que Amália o faça!
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