terça-feira, 26 de julho de 2011

Carta à uma jovem pensadora...

Linda menina.. acho que temos que separar os vários tipos de solidão sim, mas há que se diferenciar solidão de recolhimento.. 
Acho que em muitos momentos, buscamos o recolhimento, como zona de segurança até, pois não cabemos mais que um neste espaço neste momento.
Agora esta solidão "compartilhada", nada mais é do que a constatação de que apesar do outro(s), estamos sós. 
Felizmente, em alguns parcos momentos, encontramos um co-habitante que invade esta zona de segurança e nos trás para fora dela, e até nós dá aquela sensação de preenchimento...
E até nos faz acreditar, que NÃO ESTAMOS SÓS.

6 comentários:

Vivian disse...

...sempre em qqr tempo e em
qqr situação, estamos sós.

não há como vincular o outro
em prol de nossa solitude.

o preenchimento vem de dentro.

e a natureza é tão sábia,
que as pessoas mais solitárias
são as mais plenas que há.

administrar o estado de ser
só é entender que a despeito
de um universo que nos cerca,
nascemos sós, e daqui partiremos
sós.

o outro é só mais um nesse
universo,
e é pena que pensamos não
viver sem eles.

um beijo, querido!

Yasmine Lemos disse...

Uma solidão necessária,inquieta ao mesmo tempo,mas precisa. Só a gente escuta o que precisa ser dito dentro de nós.
bom dia amigo
bjs

Alê disse...

Nunca,

Nunca estamos sós,


Bjkas

olhar disse...

nunca estamos sós...

beijos,

Bia

Anônimo disse...

Muito obrigada, querido, pelo "pensadora". Sabe, qd penso em solidão me vem na cabeça aquela música que diz: "... a solidão é fera, a solidão devora, é amiga do tempo, é prima, irmã das horas... e faz nossos relógios caminharem lentos, marcando o descompasso do meu coração...". Vc que tanto gosta de músicas deve me ajudar a saber quem canta, não me lembro... mas adoro a música. Resume o que vem a ser SOLIDÃO.
Beijos!
Marie

Anônimo disse...

Isso! Alceu Valença... obrigada! rss